tudo se pode.
tudo se pode?
pos sibilidades
o que diferencia são as escolhas
apesar das pessoas
pessoas
são raras
o mundo é um amontoado de gente
pessoas...
são raras.
e os raros são perdoáveis
e amáveis
- e amáveis demais!!!
...demais!?
quanto é demais?
de mais
dema is
dema is the
what´s dema
de ma is
de +
dimais
encanto demais
en canto
inexplicável
como diz clarice:
viver ultrapassa todo entendimento.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
luzes
tantas luzes
será que existem tantas pessoas
quantos pontos de luz vejo pela janela?
...
e se um dia não mais existir luz elétrica?
será que existem tantas pessoas
quantos pontos de luz vejo pela janela?
...
e se um dia não mais existir luz elétrica?
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Hoje, ouvindo Turn the Page, na versão doMetallica - Garage Inc (1998), o qual eu sou fã, resolvi postar aqui.
Turn the Page, é uma lançada por Bob Seger em 1973 no álbum "Back in '72". Pra quem não conhece, Bob Seger, consagrado nos anos 80, é aquele do "Against The Wind" – Forrest Gump (soundtrack – 1994).....
Seger possui um estilo "on the road", pianos, cadência, voz rouca, e letras que falam sobre liberdade, sobrevivência, vida noturna, bares e mulheres. Enfim, esteriótipo do outsider, street cowboy, entra nos bares sozinho, pede uma cerveja e pensa na próxima estrada.......
Teve um grupo em Detroit (rock city!), e também gravou vários sucessos com a galera do Alabama, o Muscle Shoals Rhythm Section, banda de soul e country rock.
Lembrando que o Alabama faz parte da rota 66, natural o estilo de Seger que soa numa cadência embalante.
Já sua versão Metallica veio realçar esse clima road empoeirado da canção, o que a meu ver combinou bem!
Confira aqui a execução de Turn the page com Seger
Agora a versão Metallica
sábado, 7 de agosto de 2010
http://www.youtube.com/watch?v=aEVyC8FByng
Grindhouse - Dois filmes de terror de 60 minutos cada, com roteiro de Tarantino e Robert Rodriguez, intitulados ''Planet Terror'' e ''Death Proof''. Entre eles, trailers falsos de filmes que não existem, tendo como temas kung-fu, pornô e spaguetti western.
Mas por motivos comerciais tiveram que separar em 2 filmes, como fizeram com Kill Bill.
Curiosidade: “Grindhouse”, é um termo recentemente desusado que definia locais cinéfilos, de medianas condições, que passavam sessões contínuas ou semi-contínuas de “exploitation movies”, os chamados filmes de “Série Z”, carregados de sexo, carros e violência mas com poucos recursos e efeitos especiais, lacunas derivadas dos limitados orçamentos dos seus autores.
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