quinta-feira, 22 de outubro de 2009


Uma chamada de um jornal de hoje dizia:
primeiros brasileiros eram sedentários.
 Será que só os primeiros?
Bom, imagine quando os portugueses aqui chegaram aqueles índios pelados, com seus rituais e danças, só caçando pra comer, só colhendo o suficiente sem se preocupar em ter uma produção extra (lucro), nadando nos rios, vivendo livres e em harmonia com a natureza, ou seja, sedentários! Trataram logo de catequizá-los, fazê-los se vestir e botar pra trabalhar! Mas antes claro, cobriram as “vergonhas”, vergonhas essas que os portugueses se aproveitaram e muito. Isto me leva a pensar que está aí a origem do nosso falso moralismo...

quarta-feira, 7 de outubro de 2009


Cansei de brincar com a solidão.
Agora aceito o amrgo de bom gosto.
Os tempos são outros.
Dizem por aí que a história se repete.
Balela!


Este, este é o tempo da solidão.
Solidão no mar de gente.


Hoje passo em cima do que um dia foi um prédio da década de 40.
Imagem muito marcada na minha infância quando ia à casa de uma tia.
Desde pequena apreciava sua estética.
Agora, quarteirões de lembrança são meras pistas de asfalto.


É.... o progresso chegou mais uma vez a BH.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009


Ultimamnte tenho querido o silêncio.

A primeira coisa que se existiu, como bem disse o artista na música.

Perceber o em redor. Agora estou só, digo no meu quadrado. Porque só sempre estou. Há uma cadelinha embaixo da cadeira de onde escrevo estas breves linhas. A raça canina, os companheiros mais fiéis. Posso ouvir os pássaros a cantar, vozes ao fundo, motos e automóveis mais barulhentos umas ruas abaixo. Como é bom ouvir os pássaros e sentir a brisa.

A vida é cada vez mais barulhenta, tem gente que não aguenta.

Eu não, gosto do silêncio, dessa pausa, preciso disto. Entretanto, tenho meus momentos barulhentos tão bons quanto. Engraçada essa vida sem graça.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Morrer no dia errado!


Pois é... dependo do dia em que se morre se perde toda a cobertura da imprensa. Por exemplo morrer no mesmo dia do Michael jackson. Pobre Farrah Fawcett, revolucionou a escova de cabelo, poderia ser lembrada para sempre, ter matéria especial no Fantástico, no Gugu, ter os episódios de Charlie´s angels repisados mas foi morrer logo no mesmo dia que o rei do pop.


Ícone da cultura pop, cujo penteado foi copiado por milhões de mulheres e cujo pôster quebrou recordes de venda, tornando-a um símbolo sexual dos anos 1970s e 1980s, com maior impacto sobre a geração adolescente da época e até depois.


Farrah Fawcett morreu no dia 25 de Junho de 2009 às 9h30min (horário da Califórnia), no Hospital Saint John em Santa Mônica informou Arnold Robinson, seu agente, num comunicado.Curiosamente Farrah Fawcett faleceu no mesmo dia em que o rei do pop Michael Jackson, fazendo com que a notícia de sua morte fosse ofuscada na maioria dos jornais do mundo.

MORAL DA HISTÓRIA: Quem morre junto com outro mais famoso perde a chance de ser tema do Globo Reporter da Globo.